Cada lead que chega encontra alguém preparado.
Um sistema de múltiplos agentes de IA cuidando da performance do seu funil de vendas.
Cada posição do funil tem o seu — e o desenho é montado para o seu negócio, não tirado de um catálogo. No fim, o painel liga cada venda ao anúncio que a originou: você passa a decidir orçamento por venda, não por clique.
Para quantas pessoas seria e em qual data?
Para esse trecho e essa data, fica R$ 2.480.
Entendo. Posso te mostrar o que está incluso?
moveu Padaria Aurora para Em Negociação
Não existe um CRM certo.
Existe o certo para a sua operação.
O desenho abaixo é o que mais aparece — e aparece porque quem anuncia costuma ter o mesmo gargalo: volume no topo e gente de menos para atender. É ponto de partida, não pacote. O seu pode ter os quatro, pode ter dois, e pode ter um que não está nesta lista.
Qualificação
quando chega mais lead do que a equipe dá conta
É por onde quase todo mundo começa.
É a demanda mais comum de quem anuncia: o volume no topo cresce e ninguém atende na hora. Ele faz as perguntas que o seu negócio precisa fazer, separa quem tem intenção de quem está passeando e entrega adiante só o que já está pronto para virar orçamento.
Orçamento
quando o seu preço tem critério
Só existe se houver regra para seguir.
Tabela por produto, faixa por trecho, variáveis que você sabe combinar — se isso existe no seu negócio, ele responde o valor dentro da conversa, na hora em que perguntam. Onde a regra não alcança, ele encaminha para uma pessoa em vez de inventar um número.
Conversão
quando as objeções se repetem
Preparado com o que só você sabe do seu produto.
"Tá caro", "vou pensar", "o concorrente faz por menos". Ele é montado com o seu material: os argumentos que você usa, os diferenciais que o cliente não enxerga sozinho, o que já funcionou em negociação. Objeção nova ele não improvisa — passa adiante, e vira material na próxima revisão.
Fluxo
atravessa todos os outros
Lê toda conversa e diz onde cada uma parou.
Acompanha o que os outros estão fazendo e o que a sua equipe está fazendo, move o card conforme a conversa evolui, registra o ganho quando o cliente fecha e sinaliza possível perda quando esfria — sem nunca decidir por você que o negócio morreu.
Você não contrata um sistema.
Contrata a sua operação desenhada dentro de um.
O motor já roda há anos em operação real. O que se constrói para você é o desenho: quantos agentes o seu funil pede, o que cada um sabe do seu produto, o que ele nunca faz e onde para de falar.
E ele não congela na entrega. Canal novo, produto novo, uma objeção que passou a aparecer nas conversas: o desenho muda junto. O que a sua operação precisar e ainda não existir aqui dentro, a gente constrói — foi exatamente assim que cada peça deste sistema nasceu.
O lead anda sozinho.
Menos quando não deve.
Cada conversa é um card, cada coluna é uma etapa da sua venda. O agente de fluxo lê a coluna real em que o card está e decide se avança — e essa é a diferença entre um funil que se mantém sozinho e uma planilha que alguém atualiza na sexta-feira, de memória.
Ganho é registrado quando o cliente fecha.
Fechou, o card vai para Ganho e o negócio sai do funil com data e valor. Sem alguém lembrar de arrastar.
Perda ele sinaliza — quem enterra é você.
E sinaliza de duas formas, porque são dois problemas: o cliente que sumiu e o cliente que disse não. O primeiro esfriou; o segundo te deu um motivo.
A coluna de perda é lista de recuperação.
Com o motivo do lado. É a lista mais barata de vender que existe no seu negócio: são pessoas que já falaram com você e já disseram o que queriam.
Você sabe quanto gasta em anúncios.
Mas sabe quais estão gerando venda de verdade?
Cada conversa fica ligada à campanha que a originou. O caminho inteiro aparece registrado — anúncio → conversa → proposta → fechamento — e o que você lê no fim não é clique: é venda.
- Anúncio
- Conversa
- Proposta
- Fechamento
Quando o anúncio traz leads qualificados em volume e o fechamento acompanha esse volume.
Quando a conversa acontece, mas quase nada avança para proposta — o público que chega não é o que compra.
Quando o pouco que entra fecha bem. O anúncio acerta quem compra e ainda não teve volume para provar — vale mais orçamento antes de conclusão.
Quando já houve conversa suficiente, o volume não veio e o pouco que veio não fechou. É o único veredito que manda desligar — e ele só aparece com história para sustentar.
Quando ainda não houve conversa suficiente para uma leitura confiável.
A conta de anúncios continua sendo sua: o painel recomenda, você decide.
Exemplo de interface. Os pontos acima são ilustrativos e não representam resultado de nenhuma conta.
Dois eixos, uma decisão: quem traz gente certa e quem transforma essa gente em venda.
A relevância mostra quantos leads qualificados a origem trouxe. A eficácia mostra quanto disso virou negócio fechado. Um anúncio pode encher a caixa de entrada e não pagar a própria conta — no quadrante, isso fica visível sem planilha.
Você não perde por falta de produto.
Perde por falta de processo.
Veja em qual etapa o lead para, quanto tempo ele fica parado ali e o que no fim virou ganho ou virou perda. O gargalo deixa de ser opinião de reunião e passa a ser uma linha no painel.
Entraram
128
leads que chegaram na janela
Avançaram
41
saíram da etapa em que estavam
Taxa de Conversão
32%
de quem entrou para quem avançou
Detalhes das Etapas
6
etapas abertas, uma a uma
Números ilustrativos, para mostrar o formato da leitura.
Exemplo de interface. As barras e os valores acima são ilustrativos.
O funil encolhe em algum lugar. O painel mostra exatamente onde.
Cada barra é uma etapa e cada queda entre elas é dinheiro que ficou pelo caminho. Ao lado do volume vem o tempo: um lead parado há dias na mesma etapa é um sinal antes de virar perda, não depois.
-
A etapa que segura mais gente aparece primeiro — é por ela que a semana começa.
-
Ganho e perda ficam registrados no card, com a etapa em que o desfecho aconteceu.
-
O histórico fica: dá para comparar a semana que passou com a anterior, não com a memória.
Um relatório escrito chega por e-mail aos gestores. Sem ninguém precisar abrir o painel.
Não é um resumo automático de tabela. É um texto que conta o que aconteceu na semana e aponta o que fazer a respeito — pronto para ser lido na reunião de segunda.
Quero receber esse relatórioO que aconteceu na semana, escrito em texto corrido — não um anexo de números soltos.
Onde o funil travou: a etapa que segurou mais gente e há quanto tempo ela segura.
O que fazer a respeito na semana seguinte, em recomendações que dá para executar.
Nada disso é configuração de menu.
É construído para o seu funil.
A diferença entre um agente que funciona e um que irrita o seu cliente cabe em detalhes que nenhuma tela de configuração alcança. É por isso que a implantação começa por uma conversa sobre como você vende — e não por um formulário de cadastro.
O que o agente pergunta
e em que ordem — porque qualificar uma transportadora não é qualificar um escritório
As colunas do seu funil
com os nomes que a sua equipe já usa, não os que o software trouxe de fábrica
Quando ele cala
que assunto passa direto para gente, que cliente ele nunca aborda, que horário ele não fala
A regra de preço
se você quiser que ele orce — e o que fica fora dela, ele encaminha em vez de inventar
Nem toda posição pede o mesmo cérebro.
Qualificar é repetitivo e de volume. Contornar uma objeção decide uma venda. As duas coisas não deveriam rodar no mesmo modelo.
-
O que é volume roda barato e rápido. Triagem e qualificação atendem centenas de conversas por dia — ali o que importa é responder em segundos sem pesar na conta.
-
O que decide venda roda no melhor disponível. Uma objeção mal respondida custa o negócio inteiro. Economizar modelo nessa posição é o tipo de economia que sai cara.
-
O que é outro problema usa outra ferramenta. Áudio do cliente passa por um modelo de transcrição; o print que ele manda, por um de leitura de imagem; a análise do funil, por um modelo de raciocínio que roda uma vez por semana — porque é quando ela vale o custo.
Um sistema que usa o mesmo modelo para tudo está pagando caro pelo simples, ou entregando o difícil para quem não dá conta. Normalmente os dois.
Sob medida com escopo fechado por escrito. O que entra é combinado antes de começar, e pedido novo vira orçamento novo. É o que faz "adaptado ao seu negócio" ter prazo — em vez de virar um projeto que nunca termina.
E o básico, que também está aqui.
Tudo isto vem junto, sem módulo extra e sem cobrança à parte.
WhatsApp, e-mail, Instagram e mais
numa tela só, com o histórico do cliente junto
Vários atendentes, um número
com fila, atribuição e a conversa visível para quem precisa
Transbordo para humano
e o agente cala na hora — inclusive quando você responde pelo celular
Atendimento 24 por 7
quem escreve às 22h de sexta não espera até segunda
Áudio vira texto
o áudio de três minutos chega transcrito, e a imagem, descrita
SLA e tempo de resposta
quanto cada conversa esperou, e quem está sobrecarregado
Campanhas e disparos
para segmentos filtrados pelos critérios do seu funil
Reativação de base
quem parou de responder volta a receber contato, sem alguém lembrar
Antes do orçamento, uma conversa.
Não há tabela de preço aqui porque não existe um preço só: o que se constrói depende de quantos canais entram, de quantos agentes o seu funil pede e de quanto do seu processo vai para dentro do sistema. A conversa serve para descobrir isso — e sai dela um orçamento escrito para o seu caso, ou a informação de que não vale a pena.